sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Matéria - Jornal O Povo

Ameaças do dragão
Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia
Afetados por problemas na concorrência com os produtos chineses, empresários cearenses decidem buscar oportunidades na segunda maior economia do planeta
A segunda maior economia do planeta e, atualmente, maior parceiro comercial do Brasil, ainda provoca sentimentos de medo, revolta e admiração entre os empresários e economistas cearenses. Com suas atitudes polêmicas no mercado internacional, a China consegue obter as mais diversas reações, menos a apatia. É o caso de empresários cearenses da indústria de confecções, calçados e metalmecânica, entre outros, que integram uma missão àquele país, este mês, promovida pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), em busca de oportunidades para seus negócios.
Na opinião do presidente do Sindicato das Indústrias de Confecção de Roupas e Chapéus de Senhora do Estado do Ceará (Sindconfecções), Marcus Venícius Rocha Silva, a China é um dos fatores que estão contribuindo para a “desindustrialização” do País, devido à concorrência desleal na oferta de seus produtos. Ele diz que o grande erro do governo brasileiro foi ter admitido, em 2007, a China como parceiro comercial.
“Um funcionário da indústria de lá recebe em média US$ 60 por mês, para trabalhar de segunda a sábado, de 10 a 12 horas diárias, o que dá cerca de 60 horas semanais. Enquanto aqui, uma costureira trabalha em média 40 horas semanais e ganha cerca de US$ 400, sem contar com os benefícios como salário-família, cesta básica, entre outros, que aqui tem e lá não. Como se pode dizer que um país desse é uma economia de mercado? Não tem como competir. Sem falar na moeda, que é desvalorizada de forma artificial”, reclama.
Em relação à “desindustrialização”, ele cita levantamentos da balança comercial, apontando que a indústria brasileira, a cada ano participa menos do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. “Em 2005, a participação da indústria no PIB era de 38%. Hoje, não passa de 26%”. Marcus Venícius afirma ainda que as empresas mais afetadas por esse fenômeno são as pequenas e médias empresas, porque são as que forneciam mercadorias para as grandes redes, que, nos últimos anos, passaram a importar produtos chineses.
Para o diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL) e presidente da Ação Novo Centro, Riamburgo Ximenes, o produto chinês, entrando no País dentro da legalidade, não é totalmente nocivo, pois serve para regular e fazer competição no mercado interno. “Hoje, a nossa competição é mundial. O produto brasileiro tem que ter competência para fazer frente aos importados. Metade dos produtos das grandes lojas de confecções, como C&A, Renner e outras, são chineses”, afirma.
Em relação à qualidade, ele diz que entre os importados chineses não há mais aquela pecha de que todo produto da China é ruim, pois, há tênis produzidos em fabriquetas, com material de péssima qualidade e vendidos no Brasil a R$ 10,00 o par. Mas, há também os tênis fabricados pela Nike, instalada na China, vendidos aqui ao preço de R$ 600,00 em média. “É óbvio que o bom mesmo seria produzir no Brasil, gerando imposto e emprego aqui. Mas, hoje estamos dentro de uma realidade que não tem volta. Então, o empresário brasileiro precisa ter criatividade e usar outras armas. O preço não é a única arma, existem outros fatores a serem explorados”, diz.
Marcus Venícius diz que, para enfrentar esse tipo de concorrência, o setor está realizando pressões junto ao Congresso Nacional, por meio da criação, no mês passado, de uma frente parlamentar em defesa da indústria têxtil e de confecção. A iniciativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), juntamente com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT). “É um movimento no Congresso para sensibilizar o governo do Brasil a fazer proteções para a indústria nacional”, explica.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Começa hoje o Salão duas rodas 2011

Hoje começa no centro de exposição do Anhembi, o Salão duas rodas 2011, maior evento do setor de motocicletas do Brasil, onde os empresários do ramo procuram por oportunidades para negócios e as grandes marcas mundiais fazem seus principais lançamentos do ano.
O grupo ACD esteve presente em diversas edições passadas prestigiando seus parceiros, como a Pro Tork, empresa da qual representa com exclusividade em todo o Nordeste e está sempre entre um dos stands mais visitados da feira. Entretanto, o grupo agora se lança em um novo desafio e participará da edição 2011 com dois stands. Um para a Mutual International, que estará em parceria com a WStandard, e outro para a Nativa Logística que estará com a Yuan Xing.
Estar presente em um evento desse porte é mais uma vitória que traz grandes responsabilidades para o grupo, que em 2011 comemora 25 da fundação de sua primeira empresa: a Taurus Representações.
Para garantir o sucesso da empresa no evento, uma equipe de profissionais qualificados estará trabalhando tanto nos nossos stands, como também em conjunto com vários clientes que sempre participam do evento.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Dia mundial sem carro e o conceito de sustentabilidade
A utilização de conceitos voltados a um mundo mais sustentável é uma tendência de mercado. Os clientes estão cada vez mais exigentes, criteriosos e informados. Ele não consome apenas o produto e seus os benefícios imediatos, mas sim a marca como um todo, e isso inclui os valores que essa marca carrega. Em tempos de sustentabilidade, é evidente que nenhuma empresa quer ser associada a uma ação danosa ao meio ambiente, mas poucas de fato estão preocupadas com esse novo conceito.
‘’É muito bom ser parceiro de uma empresa que se preocupa com o futuro de nosso planeta e utiliza de redes sociais para incentivar uma vida mais saudável, a Houston é uma empresa de grande porte que esta sempre buscando cativar seus clientes e parceiros de uma forma prática e direta. Sempre acompanho as postagens via twitter e assim posso ter notícias do mundo todo relacionadas ao setor que eu trabalho de uma forma prática e interessante, o que é fundamental para pessoas que tem uma rotina agitada como eu’’ – nos conta Luciana Meireles, assistente de importação da mutual responsável por atender a Houston Bike.
O depoimento da Srta. Meireles nos leva uma questão que no Grupo ACD tem muita importância que é está afinado com as necessidades do cliente. O grupo apesar de trabalhar com diversos segmentos atende a todos os seus clientes de maneira personalizada, o que nos inclui em um grupo raro no mercado do comércio exterior,onde geralmente as empresas trabalham sempre com produtos muito específicos.
Acompanhe o blog e leia mais sobre as tedências e dicas do mercado.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Campeonato brasileiro de Motocross - Etapa de Aracaju (SE)

Nos dias 24 e 25 de setembro, a cidade de Aracaju (SE) vai poder acompanhar toda a Adrenalina do campeonato brasileiro de MotoCross. A cidade será da etapa que contará com o patrocínio da Pro Tork, a maior fábrica de motopeças da América Latina. O Grupo ACD se fará sempre por meio da Taurus Representações, empresa do grupo que representa a Pro Tork em todo o Nordeste.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Grupo ACD e o Alto Giro da Pro Tork no Diário do Nordeste
O Grupo ACD figurou novamente as páginas do Diário do Nordeste, um dos jornais mais importantes do País.Dessa vez os diretores do grupo José Meireles e José Nasser e o representante da Taurus Representações Alex Calado foram fotografados juntamente com os pilotos do Alto Giro da Pro Tork, empresa que a ACD representa com exclusivadade em todo Nordeste.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Alto Giro da Pro Tork em Fortaleza - CE
Dia 17/08: Edilberto Motos em parceria com a Pro Tork realiza o evento na Rua Suíça (ao lado do colégio Provecto) - MARAPONGA. Horário- 20h00min
Dia 18/08: A Primos Motos & Geração Motos em parceria com a Pro Tork realiza o evento na Rua Suíça (ao lado do colégio Provecto) - MARAPONGA. Horário- 20h00min


