quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PIB chinês totalizou cerca de US$ 5,9 trilhões em 2010

Clarissa Mangueira, da Agência Estado

PEQUIM - O Produto Interno Bruto (PIB) da China totalizou mais de 39 trilhões de yuans (US$ 5,9 trilhões) no ano passado, contabilizando por 8,5% do crescimento global e superando o Japão como a segunda maior economia do mundo, afirmou o vice-diretor do comitê de finanças e economia, Yin Zhongqing.

O PIB chinês cresceu provavelmente 9,2% no quarto trimestre de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior, desacelerando em relação à expansão de 9,6% no terceiro trimestre, de acordo com a média das previsões de 13 economistas. Em 2010, a economia da China cresceu provavelmente 10,1%, superando alta da 9,2% em 2009.

Zhongqing disse, durante um fórum, que o yuan enfrenta uma forte pressão de valorização e que a China enfrenta desafios provenientes dos fluxos de capital especulativo. Ele acrescentou ainda que os EUA estão usando o enfraquecimento do dólar para reduzir sua dívida externa.

Dados oficiais, previstos para serem divulgados na quinta-feira, deverão mostrar provavelmente que a inflação recuou em dezembro no país, visto que o governo chinês intensificou seus esforços para apertar sua política monetária. As informações são da Dow Jones.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

China é um dos principais alvos da política 'proativa' de defesa comercial

A China é um dos principais alvos da política "proativa" de defesa comercial preparada pelo governo para defender a produção nacional contra a competição dos importados, adiantou o ministro de Desenvolvimento, Fernando Pimentel, em entrevista exclusiva ao Valor. "Há uma preocupação enorme (com a China), a presidente Dilma Rousseff conhece bem o problema", comentou o ministro. Ele informou ter conversado "em linhas gerais" com a presidente sobre seus planos de defesa da produção nacional.

"Ela concorda que é preciso uma política mais proativa na questão, porque mudou o cenário", relatou Pimentel. O ministro poderá ser escalado para chefiar uma das missões prévias que o governo brasileiro pretende fazer antes da visita de Dilma Rousseff à China, em abril. A presidente quer fazer uma visita de Estado, antes do encontro, em Xangai, com os governantes do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), com uma grande missão empresarial. Pimentel defende negociar com chineses "contrapartidas" para manter a abertura do mercado brasileiro.
"Não precisamos barrar (as importações chinesas), mas podemos colocar regras, contrapartidas", argumentou. Mostrando, na mesa de centro do gabinete, um catálogo com mais de 600 páginas entregue a ele pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), ele compara preços de venda de variados bens de capital, de acordo com o país de produção, e classifica de "problema grave" os baixos preços chineses, bem inferiores à média mundial. "Moldes para borracha ou plástico, valor médio, US$ 33,56 o quilo; na China, US$ 13", lê. "Máquinas e aparelhos de prensagem de metais, valor médio: US$ 85; valor na China: US$ 9", prossegue.
"Vou exagerar nas tintas, mas não é muito exagerado não: o mundo nunca enfrentou uma situação como essa", comentou, para explicar porque está "estupefato" com o cenário que encontrou, após 15 anos de carreira política, ao voltar para os assuntos econômicos, dos quais foi professor na Universidade Federal de Minas Gerais. Para Pimentel, o mundo reage com "timidez" ao novo fenômeno da emergência de uma China capaz de produzir uma variedade inédita de bens a preços mais baixos que os de outros países.
A presidente Dilma Rousseff "compartilha, em alguma medida" da visão de que há um novo "paradigma" no comércio internacional que exige novas regras internacionais, diz Pimentel, ministro escolhido na cota da própria Dilma, de quem é amigo desde os anos 70, quando participaram da luta armada contra o regime militar. A situação mundial em relação à superioridade chinesa é comparável a um transatlântico que aderna sem que os tripulantes percebam o perigo, afirma o ministro. "Quem está de fora, diz: o navio está afundando, ninguém percebe?"
Pimentel se compara a esse observador que vê um Titanic adernando para a catástrofe. "Você consegue imaginar a economia mundial organizada em torno de um país que produz mais barato que todos os outros conseguem produzir?", pergunta ele. "Eu não consigo." Lembrado que o modelo não é exclusivo da China, mas se estende por outros países asiáticos, Pimentel comentou que o modelo asiático se sustenta ainda nos baixos salários e condições de trabalho severas, não reproduzíveis "no resto do mundo". Ele defende que o Brasil se empenhe na mudança das regras internacionais de comércio, para adaptar o comércio global a essa realidade, permitindo um grau maior de proteção à produção nacional.
"Mas o ministério não muda as regras internacionais, vamos jogar segundo as regras e já estamos jogando", assegurou. Ele reconhece que há limites para a ação do governo, e que as empresas terão de fazer um esforço de aumento na própria competitividade. "Milagre não tem."
O governo quer "equalizar as condições de competição" entre os empresários que produzem no país e os fornecedores de produtos importados pelo Brasil, disse o ministro. Além da política "proativa" de defesa comercial, com ações contra produtos de peso no comércio exterior do país que possam ser acusados de competição desleal, o governo discute o conjunto de medidas para reduzir o custo Brasil, que, segundo Pimentel, terá, principalmente, redução de impostos sobre a produção e iniciativas para reduzir o custo burocrático para as empresas.
"Quero ver se, até março, estamos com tudo sendo e votado, encaminhado no Congresso", adiantou, ressalvando que esa é apenas uma expectativa dele. "A presidente não tem prazo. Ela não fará nada enquanto não tiver certeza econômica, jurídica, convicção e unidade dentro do governo para fazer."
Ele comentou que suas propostas não embutem nenhuma crítica à gestão anterior. O que houve foi uma "mudança de paradigma", de situação internacional, argumentou. "A situação não estava tão dramática quanto hoje, não tínhamos um período de taxa de câmbio tão ruim do ponto de vista das exportações."
Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

W-Standard e Mutual International promovem I Seminário W-Standard / Mutual no Brasil

A W-Standard e a Mutual International promoveram o I Seminário WStandard/Mutual, realizado nos dias 10 e 11 de dezembro, no Seara Praia Hotel, em Fortaleza. O evento, que contou com a participação dos diretores da W-Standard, Mutual
International e da Geração Motopeças, apresentou uma série de testes com peças de motos existentes no mercado, além de exibir aos distribuidores e fornecedores locais o diferencial de qualidade da marca chinesa que se insere no mercado.

A principal atração do evento foi o comparativo entre as peças assinadas pela W-Standard e as fabricadas por demais empresas. Os distribuidores locais puderam averiguar em cada peça a diferença de qualidade de produção e da matéria prima utilizada, como cabos cujo acabamento externo são fabricados inteiramente por PVC não remanufaturados, kits transmissão que passam por testes em alta temperatura, chaves de ignição - produzidas com molas exclusivamente fornecidas pela Seiko do Japão, única autorizada pela Honda - cuja capacidade de utilização(liga/desliga) chega a 70 mil vezes, além de lâmpadas fabricadas com componentes de padrão alemão e demais materiais eletrônicos. As peças são produzidas por fábricas japonesas localizadas na China e averiguadas por engenheiros da Honda, Yamaha e Suzuki, a serviço da W-Standard.

Durante os dois dias de evento, foram apresentados os produtos da W-Standard aos vendedores de peças de motos do Ceará e de demais Estados, como Recife, Paraíba e Rio Grande do Sul. Vídeos explicativos sobre a fabricação e estoque dos produtos, showroom de peças e distribuição de material promocional foram atrações realizadas pelos diretores da parceria, além de sorteios de peças para os participantes. O diretor da W-Standard, Yu Bing, e o representante da W-Standard na América do Sul, José Meireles, guiaram a amostra das principais peças produzidas pela empresa chinesa. Também para levar ao consumidor a certeza da qualidade das peças, o engenheiro W-Standard (ex Yamaha) na China, LiaoHaibo, demonstrou em um equipamento de testes da W-Standard o potencial de cada peça eletrônica,
atestadas visualmente pelos participantes do evento.

O representante da Geração Motopeças, fornecedora oficial da W-Standard no Ceará, Marcos Jota, aposta na marca pela qualidade dos produtos ofertados. Ele acredita que o produto será bem aceito no mercado. A intenção dos fornecedores é levá-la para todos os estados do Brasil. “Nosso produtor e nosso suporte agora estão mais próximos do nosso cliente final”, explica a representante da Mutual International em Goiás, Ana Paula Braga. Antes, a W-Standard era representada apenas por um único fornecedor, que distribuía para todo o país. A proposta agora é fragmentar a distribuição para facilitar a procura do cliente.

A realização do seminário teve o intuito de aproximar os revendedores e fabricantes, como explica Carolyn Teoh, gerente de Marketing da W-Standard. Segundo ela, saber atender às necessidades de cada cliente local é de grande importância para a empresa e, por isso, a realização de seminários como este é necessária para contatar pessoalmente sua clientela. Teoh ainda explica que os seminários de amostragem são diferenciais porque, ao apresentar pessoalmente os fabricantes da marca a seus consumidores, dá a garantia de segurança e certeza de qualidade do produto. “Nós passamos confiança e mostramos que não vamos sumir no dia seguinte”, conta. Ela ressalta que, apesar de a W-Standard ter dez anos de história de mercado, é preciso que esse contato entre consumidor e fabricante seja estabelecido para saber no que a empresa deve e pode se aprimorar para melhor atender ao seu público.

Os fornecedores locais, que mostraram grande integração ao seminário, testando produtos e esclarecendo as dúvidas com os diretores, também deixam claro que buscam peças de maior qualidade. Os representantes do Grupo Roberto Motopeças, Fernando Sampaio e Sidney Cruz, gostaram da qualidade dos produtos ofertados pela W-Standard. Sampaio acredita que uma nova clientela, que procura uma maior qualidade, será fiel aos produtos ofertados pela empresa chinesa. Ele acredita que os consumidores passarão a pedir pelos produtos, uma vez que ela apresenta a qualidade que o mercado necessita, e ressalta que apostar em uma nova marca
afeta não só o consumidor, mas quem os vende. “Se não for prejudicar o nosso nome, compensa vender, porque será um diferencial no produto final”, declara.
Sidney, por sua vez, acha que não leva muito tempo até que as peças da W-Standard se incorporem no mercado e ainda aposta nas peças de motor, kit e tração. Segundo ele, esses são os produtos que mais precisam conquistar a confiança dos motociclistas.

A W-Standard cresceu e está presente em diversos continentes do mundo e em grande parte da América Latina. Ela é a única fornecedora autorizada pela Honda para os distribuidores
locais de peças de motos no Brasil, por trabalhar com peças originais das linhas de produção e atender a todos os critérios de qualidade estabelecidos pela Honda no Japão.
José Meireles esclarece que o I Seminário W-Standard/Mutual já faz parte do diferencial ofertado pela marca. Ele explica que a empresa de motopeças chinesa leva ao consumidor não apenas o produto final, mas sim um pacote de serviços que incluem todas as necessidades diretas e indiretas do consumidor, inclusive os testes em cada peça e contato com seus fabricantes oficiais.

A intenção, de acordo com Meireles, é realizar os seminários de amostragem e testes de peças a cada nova parceria firmada com fornecedores locais. “Este é o primeiro evento e já está sendo muito bom. Existirá um segundo, um terceiro, até atingir todo o país. E os demais, certamente, serão tão bons quanto”, acredita Meireles.

Por Emanuele Silveira
emanuelesilveira@gmail.com
Revista Anfamoto

*Veja mais imagens na Galeria de fotos*


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ação Social Grupo ACD

A ação Social para o Abrigo Santa Gianna aconteceu no dia 22 de Outubro as 17:30h, contou com a participação de diretores, funcionários, familiares e parceiros do grupo ACD. A campanha durou cerca de 2 meses e arrecadou brinquedos, livros, material de higiene, material escolar dentre outros que iriam favorecer a todas as crianças do abrigo, bem com outros projetos sociais desenvolvidos pelo grupo Shalom.

As crianças do abrigo tiveram de diversão com brincadeiras, cama elástica, pintura facial, palhaços, bombons, bolo, picolé, cachorro quente e outros. Além disso, o abrigo ganhou doações de brinquedos, roupas, livros, material escolar, higiene pessoal, calçados e outros que foram doados pelo grupo ACD, funcionários, clientes, parceiros e amigos.

Este momento possibilitou uma troca de experiências entre as crianças do abrigo e todos os que estavam presentes. Houve uma troca mutua de carinho, humildade, amizade, sorrisos, solidariedade, esperança e o desejo de que momentos como esse se realizem cada vez mais!

Agradecemos a todos os que tornaram esse momento possível:

GRUPO ACD – MUTUAL / TAURUS / LIDER / NATIVA

JM ADUANEIRA

MOTOPEÇAS PLANETA

PAULO LIMA BERNARDO

JOTA E PEDROSA

J E ELIAS

MARK CEA

MARCELO – REPRESENTANTE

IRIS – REPRESENTANTE

CARLOS CAETANO – AUGE MOTOS

AP MOTOS

ANA – SEFAZ AEROPORTO

EDIFICIO TORRES SANTOS DUMONT

MORADORES DO CONDOMINIO ATALANTA

E AOS ANÔNIMOS.

Esta foi a primeira de muitas ações que iremos realizar!!!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Grupo ACD presente em mais um grande evento de Motopeças


O Salão da Motocicleta, realizado no período de 05 a 10 de Outubro no Anhembi/SP, onde tivemos o grande prazer de participar e contar com a exposição de algumas fábricas tais como: GVS Sport, Valcla Motoparts, Route baterias, Delta Capas, Valplás e Megaville, assim como a equipe da Lider representada por Edimar, Carolina e Adriana bem como o apoio de nossos representantes: Sousa (PB e RN), Terceiro (PI), David/Deivison (BA) e Juares (SE/AL/PE) e nossos clientes especiais: Celcivan (RN), Sizimar (RN), João Paulo (RN), Daniel e Marcos (CE), Amauri e Humberto (CE), Ossean (CE), Valter (PI), Sr. Francisco (PI), Albino (PI), Martinho (MA), Sandro (MA), Sr. José Joya (SE), Daniel (BA), dentre outros.

O Salão foi voltado a negociações, prospecções e sem dúvida foi de extrema importância, pois tivemos grandes negociações e ainda estamos obtendo resultados pós-feira. Assim reafirmamos ainda mais a parceria junto aos nossos clientes e o total envolvimento no mercado de motos.

Na feira ocorreram eventos paralelos, tais como Concurso de Performance e Customização, Concurso de Mecânica, Troféu Motoboy, Bike Show, shows de Trial, Leilão de Motos, Área de Inovação de Produtos e Eleição da moto mais bonita e mais rápida do evento, por meio de testes de dinamômetro. Palestras, workshops, área de test-drive e cursos de pilotagem.

Por: Adriana Barros e Carolina Cordeiro