quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Balança comercial registra novo recorde

A balança comercial brasileira registrou no mês de janeiro de 2011 exportações no total de US$ 15,215 bilhões, recorde histórico para o mês. O mesmo aconteceu para os valores das importações (US$ 14,791 bilhões) e da corrente de comércio (US$ 30,006 bilhões). Além disto, houve superávit na balança comercial em janeiro (US$ US$ 424 milhões), com reversão dos resultados negativos dos dois últimos anos (déficit de US$ 179 milhões em janeiro de 2010 e déficit de US$ 530 milhões em janeiro de 2009).

O Ceará acompanhou o ritmo de crescimento do país e fechou 2010 com crescimento de 17% nas exportações em relação ao ano passado. Mesmo com uma localização estratégica que favorece o Estado em relação aos outros portos da região Nordeste, muito ainda precisa ser feito para que o Ceará desenvolva toda sua potencialidade no comércio internacional.

Confira abaixo participação da funcionária da Mutual, Sophia Mesquita, em matéria veiculada pela TV União com maiores informações a respeito do assunto:











terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

China se veste de vermelho para receber o Ano do Coelho

A chegada do Ano do Coelho no horóscopo chinês, período que durará do dia 3 de fevereiro ao dia 22 de janeiro de 2012, leva os chineses a decorarem suas casas de vermelho e a consultarem nas ruas os especialistas tradicionais em previsões.

Ninguém se atreveria a garantir no Ocidente que 2011 será o ano no qual o mundo inteiro deixará para trás a crise ou que uma empresa determinada alcançará o êxito ou o fracasso, mas a tradição chinesa conta com os prognósticos.

Conhecido também como o Festival de Primavera, as festas do início do ano novo lunar são realizadas de maneira muito similar à ocidental, incluindo tradições e rituais, com festas e preparativos iniciados com meses de antecedência.

As pessoas costumam comprar presentes, decoração, comida e roupa, e limpar as casas como uma forma de limpar a consciência para eliminar qualquer rastro de azar, enquanto decoram as portas e janelas de vermelho, e penduram lanternas que são acesas de noite.

Todas estas celebrações servem, nesta ocasião, para receber o Ano do Coelho e lembrar que quem nasceu ou nascerá com este signo gozarão de longevidade e prosperidade, e terão uma vida tranqüila e de paz.

Os rituais familiares da noite de 2 a 3 de fevereiro se repetem todo ano e, como em muitas ocasiões, começam pelo jantar, que costuma ser um banquete de mariscos e jiaozi (uma massa típica), que representam os bons desejos.

Além disso, os banquetes incluem crustáceos para a vitalidade e a alegria, ostras secas, peixe cru para a boa sorte e fa-hai (uma comida a base de algas) para a prosperidade.

É também habitual vestir roupas vermelhas para afastar os maus espíritos e evitar o preto e o branco, já que estes são associados ao luto. No próprio dia, segundo um antigo costume, os adultos e os casais entregam às crianças e aos solteiros envelopes vermelhos com dinheiro chamados de hong bao.

Na meia-noite, as ruas se iluminam com fogos de artifício
O final do Ano Novo é marcado pelo Festival das Lanternas, celebrado com cantos, bailes e espetáculos de lanternas, que é realizado no dia 15 do início do ano (18 de fevereiro no caso deste ano).

Todos os rituais servem para dar boas-vindas ao ano que, segundo anunciaram, será próspero e positivo em termos gerais e de acordo com as previsões dadas em Hong Kong, será extraordinariamente bom para os negócios.

"O coelho é um animal cauteloso. Sempre está alerta e atento ao seu arredor e garante que o passo seguinte seja sempre seguro", declarou o analista econômico Philip Chow, considerado o melhor "broker" de 2010 em Hong Kong.

As previsões feitas na região relacionam a economia com os animais e com o feng shui, prática tradicional baseada na orientação e disposição dos objetos para atrair o positivo e repelir os maus espíritos.

De acordo com Raymond Lo, conhecido mestre de feng shui em Hong Kong, o Ano do Coelho não será bom, por exemplo, para Apple nem para seu criador, Steve Jobs, enquanto outras empresas como Facebook, verão seus lucros multiplicados, segundo Lo.

O próximo ano novo trouxe consigo também uma inundação de marketing que vai desde chaveiros de pele com forma de coelho à venda de filhotes do próprio animal, algo criticado pelo grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA, sigla em inglês).

"O melhor período para ajudar os coelhos não é precisamente na chegada de seu ano. É preciso evitar que estes animais sofram", manifestou Maggie Chen, responsável do PETA em Pequim.

O certo é que a China prepara-se para entrar em um ano chave para sua consolidação entre a elite econômica mundial e a festa será, sobretudo, uma reunião de parentes de todas as idades ao redor da estufa, pelo frio invernal, como símbolo da unidade familiar e vínculo às raízes.

Fonte: Site Terra

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PIB chinês totalizou cerca de US$ 5,9 trilhões em 2010

Clarissa Mangueira, da Agência Estado

PEQUIM - O Produto Interno Bruto (PIB) da China totalizou mais de 39 trilhões de yuans (US$ 5,9 trilhões) no ano passado, contabilizando por 8,5% do crescimento global e superando o Japão como a segunda maior economia do mundo, afirmou o vice-diretor do comitê de finanças e economia, Yin Zhongqing.

O PIB chinês cresceu provavelmente 9,2% no quarto trimestre de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior, desacelerando em relação à expansão de 9,6% no terceiro trimestre, de acordo com a média das previsões de 13 economistas. Em 2010, a economia da China cresceu provavelmente 10,1%, superando alta da 9,2% em 2009.

Zhongqing disse, durante um fórum, que o yuan enfrenta uma forte pressão de valorização e que a China enfrenta desafios provenientes dos fluxos de capital especulativo. Ele acrescentou ainda que os EUA estão usando o enfraquecimento do dólar para reduzir sua dívida externa.

Dados oficiais, previstos para serem divulgados na quinta-feira, deverão mostrar provavelmente que a inflação recuou em dezembro no país, visto que o governo chinês intensificou seus esforços para apertar sua política monetária. As informações são da Dow Jones.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

China é um dos principais alvos da política 'proativa' de defesa comercial

A China é um dos principais alvos da política "proativa" de defesa comercial preparada pelo governo para defender a produção nacional contra a competição dos importados, adiantou o ministro de Desenvolvimento, Fernando Pimentel, em entrevista exclusiva ao Valor. "Há uma preocupação enorme (com a China), a presidente Dilma Rousseff conhece bem o problema", comentou o ministro. Ele informou ter conversado "em linhas gerais" com a presidente sobre seus planos de defesa da produção nacional.

"Ela concorda que é preciso uma política mais proativa na questão, porque mudou o cenário", relatou Pimentel. O ministro poderá ser escalado para chefiar uma das missões prévias que o governo brasileiro pretende fazer antes da visita de Dilma Rousseff à China, em abril. A presidente quer fazer uma visita de Estado, antes do encontro, em Xangai, com os governantes do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), com uma grande missão empresarial. Pimentel defende negociar com chineses "contrapartidas" para manter a abertura do mercado brasileiro.
"Não precisamos barrar (as importações chinesas), mas podemos colocar regras, contrapartidas", argumentou. Mostrando, na mesa de centro do gabinete, um catálogo com mais de 600 páginas entregue a ele pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), ele compara preços de venda de variados bens de capital, de acordo com o país de produção, e classifica de "problema grave" os baixos preços chineses, bem inferiores à média mundial. "Moldes para borracha ou plástico, valor médio, US$ 33,56 o quilo; na China, US$ 13", lê. "Máquinas e aparelhos de prensagem de metais, valor médio: US$ 85; valor na China: US$ 9", prossegue.
"Vou exagerar nas tintas, mas não é muito exagerado não: o mundo nunca enfrentou uma situação como essa", comentou, para explicar porque está "estupefato" com o cenário que encontrou, após 15 anos de carreira política, ao voltar para os assuntos econômicos, dos quais foi professor na Universidade Federal de Minas Gerais. Para Pimentel, o mundo reage com "timidez" ao novo fenômeno da emergência de uma China capaz de produzir uma variedade inédita de bens a preços mais baixos que os de outros países.
A presidente Dilma Rousseff "compartilha, em alguma medida" da visão de que há um novo "paradigma" no comércio internacional que exige novas regras internacionais, diz Pimentel, ministro escolhido na cota da própria Dilma, de quem é amigo desde os anos 70, quando participaram da luta armada contra o regime militar. A situação mundial em relação à superioridade chinesa é comparável a um transatlântico que aderna sem que os tripulantes percebam o perigo, afirma o ministro. "Quem está de fora, diz: o navio está afundando, ninguém percebe?"
Pimentel se compara a esse observador que vê um Titanic adernando para a catástrofe. "Você consegue imaginar a economia mundial organizada em torno de um país que produz mais barato que todos os outros conseguem produzir?", pergunta ele. "Eu não consigo." Lembrado que o modelo não é exclusivo da China, mas se estende por outros países asiáticos, Pimentel comentou que o modelo asiático se sustenta ainda nos baixos salários e condições de trabalho severas, não reproduzíveis "no resto do mundo". Ele defende que o Brasil se empenhe na mudança das regras internacionais de comércio, para adaptar o comércio global a essa realidade, permitindo um grau maior de proteção à produção nacional.
"Mas o ministério não muda as regras internacionais, vamos jogar segundo as regras e já estamos jogando", assegurou. Ele reconhece que há limites para a ação do governo, e que as empresas terão de fazer um esforço de aumento na própria competitividade. "Milagre não tem."
O governo quer "equalizar as condições de competição" entre os empresários que produzem no país e os fornecedores de produtos importados pelo Brasil, disse o ministro. Além da política "proativa" de defesa comercial, com ações contra produtos de peso no comércio exterior do país que possam ser acusados de competição desleal, o governo discute o conjunto de medidas para reduzir o custo Brasil, que, segundo Pimentel, terá, principalmente, redução de impostos sobre a produção e iniciativas para reduzir o custo burocrático para as empresas.
"Quero ver se, até março, estamos com tudo sendo e votado, encaminhado no Congresso", adiantou, ressalvando que esa é apenas uma expectativa dele. "A presidente não tem prazo. Ela não fará nada enquanto não tiver certeza econômica, jurídica, convicção e unidade dentro do governo para fazer."
Ele comentou que suas propostas não embutem nenhuma crítica à gestão anterior. O que houve foi uma "mudança de paradigma", de situação internacional, argumentou. "A situação não estava tão dramática quanto hoje, não tínhamos um período de taxa de câmbio tão ruim do ponto de vista das exportações."
Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

W-Standard e Mutual International promovem I Seminário W-Standard / Mutual no Brasil

A W-Standard e a Mutual International promoveram o I Seminário WStandard/Mutual, realizado nos dias 10 e 11 de dezembro, no Seara Praia Hotel, em Fortaleza. O evento, que contou com a participação dos diretores da W-Standard, Mutual
International e da Geração Motopeças, apresentou uma série de testes com peças de motos existentes no mercado, além de exibir aos distribuidores e fornecedores locais o diferencial de qualidade da marca chinesa que se insere no mercado.

A principal atração do evento foi o comparativo entre as peças assinadas pela W-Standard e as fabricadas por demais empresas. Os distribuidores locais puderam averiguar em cada peça a diferença de qualidade de produção e da matéria prima utilizada, como cabos cujo acabamento externo são fabricados inteiramente por PVC não remanufaturados, kits transmissão que passam por testes em alta temperatura, chaves de ignição - produzidas com molas exclusivamente fornecidas pela Seiko do Japão, única autorizada pela Honda - cuja capacidade de utilização(liga/desliga) chega a 70 mil vezes, além de lâmpadas fabricadas com componentes de padrão alemão e demais materiais eletrônicos. As peças são produzidas por fábricas japonesas localizadas na China e averiguadas por engenheiros da Honda, Yamaha e Suzuki, a serviço da W-Standard.

Durante os dois dias de evento, foram apresentados os produtos da W-Standard aos vendedores de peças de motos do Ceará e de demais Estados, como Recife, Paraíba e Rio Grande do Sul. Vídeos explicativos sobre a fabricação e estoque dos produtos, showroom de peças e distribuição de material promocional foram atrações realizadas pelos diretores da parceria, além de sorteios de peças para os participantes. O diretor da W-Standard, Yu Bing, e o representante da W-Standard na América do Sul, José Meireles, guiaram a amostra das principais peças produzidas pela empresa chinesa. Também para levar ao consumidor a certeza da qualidade das peças, o engenheiro W-Standard (ex Yamaha) na China, LiaoHaibo, demonstrou em um equipamento de testes da W-Standard o potencial de cada peça eletrônica,
atestadas visualmente pelos participantes do evento.

O representante da Geração Motopeças, fornecedora oficial da W-Standard no Ceará, Marcos Jota, aposta na marca pela qualidade dos produtos ofertados. Ele acredita que o produto será bem aceito no mercado. A intenção dos fornecedores é levá-la para todos os estados do Brasil. “Nosso produtor e nosso suporte agora estão mais próximos do nosso cliente final”, explica a representante da Mutual International em Goiás, Ana Paula Braga. Antes, a W-Standard era representada apenas por um único fornecedor, que distribuía para todo o país. A proposta agora é fragmentar a distribuição para facilitar a procura do cliente.

A realização do seminário teve o intuito de aproximar os revendedores e fabricantes, como explica Carolyn Teoh, gerente de Marketing da W-Standard. Segundo ela, saber atender às necessidades de cada cliente local é de grande importância para a empresa e, por isso, a realização de seminários como este é necessária para contatar pessoalmente sua clientela. Teoh ainda explica que os seminários de amostragem são diferenciais porque, ao apresentar pessoalmente os fabricantes da marca a seus consumidores, dá a garantia de segurança e certeza de qualidade do produto. “Nós passamos confiança e mostramos que não vamos sumir no dia seguinte”, conta. Ela ressalta que, apesar de a W-Standard ter dez anos de história de mercado, é preciso que esse contato entre consumidor e fabricante seja estabelecido para saber no que a empresa deve e pode se aprimorar para melhor atender ao seu público.

Os fornecedores locais, que mostraram grande integração ao seminário, testando produtos e esclarecendo as dúvidas com os diretores, também deixam claro que buscam peças de maior qualidade. Os representantes do Grupo Roberto Motopeças, Fernando Sampaio e Sidney Cruz, gostaram da qualidade dos produtos ofertados pela W-Standard. Sampaio acredita que uma nova clientela, que procura uma maior qualidade, será fiel aos produtos ofertados pela empresa chinesa. Ele acredita que os consumidores passarão a pedir pelos produtos, uma vez que ela apresenta a qualidade que o mercado necessita, e ressalta que apostar em uma nova marca
afeta não só o consumidor, mas quem os vende. “Se não for prejudicar o nosso nome, compensa vender, porque será um diferencial no produto final”, declara.
Sidney, por sua vez, acha que não leva muito tempo até que as peças da W-Standard se incorporem no mercado e ainda aposta nas peças de motor, kit e tração. Segundo ele, esses são os produtos que mais precisam conquistar a confiança dos motociclistas.

A W-Standard cresceu e está presente em diversos continentes do mundo e em grande parte da América Latina. Ela é a única fornecedora autorizada pela Honda para os distribuidores
locais de peças de motos no Brasil, por trabalhar com peças originais das linhas de produção e atender a todos os critérios de qualidade estabelecidos pela Honda no Japão.
José Meireles esclarece que o I Seminário W-Standard/Mutual já faz parte do diferencial ofertado pela marca. Ele explica que a empresa de motopeças chinesa leva ao consumidor não apenas o produto final, mas sim um pacote de serviços que incluem todas as necessidades diretas e indiretas do consumidor, inclusive os testes em cada peça e contato com seus fabricantes oficiais.

A intenção, de acordo com Meireles, é realizar os seminários de amostragem e testes de peças a cada nova parceria firmada com fornecedores locais. “Este é o primeiro evento e já está sendo muito bom. Existirá um segundo, um terceiro, até atingir todo o país. E os demais, certamente, serão tão bons quanto”, acredita Meireles.

Por Emanuele Silveira
emanuelesilveira@gmail.com
Revista Anfamoto

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