quarta-feira, 8 de setembro de 2010

SEGURANÇA NO TRÂNSITO PARA MOTOCICLISTA



Será realizada uma Palestra: SEGURANÇA NO TRÂNSITO PARA MOTOCICLISTA, dia 09 de Setembro de 2010(quinta feira) ás 19:30 horas, no SESC da Avenida José Bastos, 813, esquina com a Avenida Duque de Caxias.

Haverá sorteio de vários capacetes e Kits de tração. Após a palestra haverá Cofee Break.

Entrada franca!!!

Não percam!!

Mais informações: ASSOMOTOS (85) 3254-7661 ou Leandro (85) 9985-9374

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Delta do Rio das Pérolas em grande transformação


Transformar o Delta do Rio das Pérolas na mais dinâmica região da Ásia até 2020. Este é a ideia base das “Linhas Gerais do Planeamento para a Reforma e Desenvolvimento da Região do Delta do Rio das Pérolas 2008-2020”. Trinta anos após o início da política de reforma e abertura, a China prepara-se para dar um novo impulso ao desenvolvimento da região que foi o motor para o crescimento econômico nacional.

Trinta anos de reformas econômicas transformaram o Delta do Rio das Pérolas na fábrica do mundo. Em três décadas, uma economia rural deu lugar a milhares de unidades industriais que produzem têxteis, brinquedos e equipamentos electrónicos para exportação.
Agora é chegada a altura de uma nova transformação que deverá mudar a face económica desta região ao longo da próxima década. Guangdong vai deixar de ser um centro de produção de baixo custo para se assumir, até 2020, como uma potência económica capaz de competir nos mercados internacionais e de resistir a crises financeiras como a actual.
Até ao final da segunda década do século XXI, o Delta do Rio das Pérolas deverá investir na inovação, alta tecnologia, prestação de serviços e no sector financeiro.
O plano foi aprovado pelo Conselho de Estado que, no último dia de 2008, decidiu dar um novo rumo ao desenvolvimento do Delta do Rio das Pérolas, zona que abrange a província de Guangdong e as regiões administrativas especiais de Macau e Hong Kong. Uma semana depois, o documento era publicado pelo Conselho Estatal para o Desenvolvimento e Reforma, permitindo compreender a escala da transformação proposta por Pequim.
O documento intitulado “Linhas Gerais do Planeamento para a Reforma e Desenvolvimento da Região do Delta do Rio das Pérolas 2008-2020” define esta zona como uma espécie de balão de ensaio para aprofundar a reforma da economia nacional e permitir uma maior abertura o mundo.
O Delta do Rio das Pérolas está hoje a sofrer os efeitos da crise financeira internacional e, em particular, a desaceleração dos tradicionais mercados de exportação. Por isso, o plano de Pequim prevê precisamente uma alteração do modelo económico permitindo que Guangdong deixe de depender em tão larga medida das exportações e passe a ser um “centro de inovação”.
O plano compreende a criação, até 2011, de cerca de cem laboratórios estatais para a inovação na área da engenharia, bem como da pesquisa e do desenvolvimento. Em 2012, deverão estar a funcionar entre três a cinco centros de desenvolvimento de alta tecnologia, cujo objectivo é gerarem 100 mil milhões de renminbis em produção industrial. A meta é conseguir que, em 2020, as indústrias de alta tecnologia representem, pelo menos, 30 por cento do produto do Delta do Rio das Pérolas.
Pequim entende que a continuação do desenvolvimento de Guangdong é essencial para a saúde económica nacional. O Delta do Rio das Pérolas e o Delta do Rio Yangtze constituem apenas 2,6 por cento da área da China, mas representam cerca de 30 por cento do produto interno bruto e cerca de 40 por cento do total das receitas fiscais.
Para manter a dinâmica de Guangdong, é fundamental uma maior integração com as regiões administrativas especiais de Macau e Hong Kong. É nesse âmbito que se insere a construção da ponte que está avaliada em cerca de 40 mil milhões de renmimbis e que permitirá uma redução do tempo de viagem e dos custos de movimentação entre as duas margens do Rio das Pérolas.

Reforço com Hong Kong
O reforço das relações entre Macau e Hong Kong é considerado vital para o sucesso do processo de Reforma e Desenvolvimento da Região do Delta do Rio das Pérolas 2008-2020. Em Fevereiro passado, o secretário para a Economia e Finanças, Francis Tam, esteve em Hong Kong para a segunda reunião de cooperação ao mais alto nível entre as duas regiões administrativas especiais da República Popular da China. O interlocutor de Francis Tam foi o homólogo de Hong Kong, o secretário das Finanças, John Tsang.
Francis Tam defendeu que os dois governos devem realizar esforços conjuntos para enfrentar o impacto da crise financeira internacional e manter a estabilidade e desenvolvimento económico regional, bem como promover a cooperação bilateral em diversas áreas.
O secretário para a Economia e Finanças lembrou que o programa define claramente a cooperação estreita entre Guangdong, Hong Kong e Macau, principalmente no que diz respeito à articulação no domínio das grandes infra-estruturas regionais, bem como o seu reforço na área industrial e de melhoria da qualidade de vida da população, a par do aperfeiçoamento em termos da inovação.
“A divulgação e o implementação do referido programa é um factor muito favorável e uma oportunidade rara para reforçar a cooperação de Guangdong, Hong Kong e Macau” defendeu Francis Tam que afirmou que o Governo de Macau vai “planear as disposições e tomar medidas pragmáticas e eficazes para lhe dar resposta”.

Francis Tam adiantou que Macau vai participar nos projectos de cooperação relacionados com o desenvolvimento integrado de grandes infra-estruturas inter-regionais, dos sectores de turismo, exposições, convenções e serviços logísticos e da Ilha de Montanha, de melhoria da qualidade de vida da população e na definição conjunta do plano de desenvolvimento regional.

Geografia e números
O Delta do Rio das Pérolas inclui as cidades de Guangzhou, Shenzhen, Zhuhai, Foshan, Jiangmen, Dongguan, Zhongshan, Huizhou e Zhaoqing, além das regiões administrativas especiais de Macau e Hong Kong.
A economia enfrenta grandes dificuldades e Guangdong cresceu apenas 10,1 por cento no ano passado quanto em 2007 tinha crescido 14,7 por cento. O crescimento das exportações foi de apenas 5,6 por cento, quatro vezes menos do que em 2007.
Só no ano passado fecharam portas 62.400 empresas que levaram a que 600 mil trabalhadores migrantes tenham regressado às províncias de origem.
O Delta do Rio das Pérolas representa 10 por cento do produto interno bruto da China e gera 80 por cento do produto de Guangdong. A região emprega 30 milhões de trabalhadores migrantes, o que representa cerca de um quarto desta população a nível nacional.
O Delta do Rio das Pérolas é já a terceira maior área metropolitana do mundo, logo atrás de Nova Iorque e Tóquio, ficando à frente de Londres. Se Guangdong, Macau e Hong Kong fossem consideradas como uma única entidade económica, o seu produto interno bruto seria o quarto maior da Ásia, logo a seguir ao Japão, Coreia do Sul e Índia.

Fonte: http://br4.in/77V74



Economistas do mercado elevam previsão de crescimento do PIB

Estimativa de alta do PIB no ano subiu de 7,09% para 7,34%.

Projeção da inflação medida pelo IPCA foi mantida.

Os analistas do mercado financeiro elevaram a previsão de crescimento da economia brasileira neste ano para 7,34%, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (6). Na semana anterior, a estimativa era de expansão de 7,09%. Para o próximo ano, a alta prevista foi mantida em 4,5%.

Na sexta-feira (3), o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, no segundo trimestre foi conhecido. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento foi de 1,2% em relação ao trimestre anterior.

Na ocasião, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que, neste ano, o PIB deverá fechar com alta de pelo menos 7%.

Inflação
O mercado financeiro não alterou sua projeção média para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. No ano, o índice oficial de inflação deve ficar em 5,07%, segundo a pesquisa Focus. Para 2011, o IPCA deverá ficar em 4,85%, contra previsão de 4,87% na semana anterior.

Para 2010 e 2011, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Juros
De acordo com a pesquisa Focus, a mediana das expectativas continua a apontar a taxa básica de juros (Selic) de 10,75% anuais no encerramento de 2010, e taxa média de 10,03% no ano. Para 2011, a previsão foi mantida em 11,50%.

Câmbio
As projeções para a taxa de câmbio não sofreram alteração significativa, mesmo com o avanço no processo de capitalização da Petrobras, que poderia atrair mais recursos externos para o país.

O mercado estima dólar a R$ 1,79 no final deste ano, ante projeção anterior de R$ 1,80.

Déficit em conta corrente
Para o déficit em conta corrente do país, a estimativa agora é de US$ 50 bilhões, frente a US$ 49,96 bilhões na semana anterior. A estimativa para 2011 permaneceu sendo de saldo negativo de US$ 58 bilhões.

(Com informações da Reuters)

Fonte: http://br4.in/mP1ic

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Lula: definição do preço de barril para Petrobras está próxima


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite de segunda-feira que a definição sobre o preço do barril do petróleo no processo de capitalização da Petrobras sairá "em breve", sem especificar data, nem valores.

O governo e a estatal procuram um preço consensual para fechar o processo dentro do prazo de 30 de setembro.

"Esse é um assunto delicado e acredito que a decisão está muito próxima. É interesse fazer o mais rápido e por esses dias haverá o anúncio", afirmou Lula no Rio de Janeiro.

A União vai ceder até 5 bilhões de barris de petróleo no pré-sal da bacia de Santos em troca de ações da estatal, em uma operação intermediada por títulos públicos.

O aumento de capital autorizado em assembléia é de até R$ 150 bilhões, cerca de US$ 85 bilhões. Em fato relevante no ano passado, a empresa informou que a parte dos minoritários na capitalização seria entre US$ 15 bilhões e US$ 25 bilhões, mas que esse montante poderia ser modificado.

Fonte: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201008311041_RTR_1283251294nB349744&idtel=

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Vantagens do intercâmbio

Estudantes que procuram fazer intercâmbio estão escolhendo cada vez mais países diferentes. Há 10 anos, os Estados Unidos era, de longe, o destino mais procurado. Atualmente, países considerados mais exóticos, como África do Sul e China, também estão na lista de preferências.

Bastou pouco mais de 2 anos morando na Alemanha para que o administrador de empresas José Viana conseguisse espaço no mercado brasileiro. A experiência com a língua inglesa e o alemão fizeram com que ele fosse contratado por uma corretora de valores, em Fortaleza.

A corretora atua na bolsa de valores. Por isso, 90% dos funcionários já moraram fora do país. Tudo com ajuda da própria empresa.

O principal caminho para quem quer estudar ou trabalhar fora são as agências de intercâmbio, e o leque de destinos é cada vez maior.

Em uma agência, há 10 anos, 80% dos estudantes procuravam os Estados Unidos para fazer intercâmbio. Atualmente, outros países passam a ser também procurados, como Nova Zelândia, Austrália e Canadá; é o que deseja o administrador Tiago Almeida, de 26 anos, que quer ir para, Montreal, no Canadá, e ter fluência em francês.

A universitária Rebeca Macêdo(foto), que trabalha hoje na empresa Mutual International, foi mais ousada. Ela já morou no Estados Unidos e na China (recente eleita 2ª maior economia do mundo). Ela foi a primeira brasileira a fazer intercâmbio por lá.

Paulo Holanda,diretor de uma empresa de intercâmbio, avalia que a busca por novos destinos está em crescimento.

Quem já vivenciou uma experiência de intercâmbio tem no currículo um grande diferencial. O Bom Dia Ceará recebeu o consultor de recursos humanos Israel Araújo, que fala como se tira vantagem dessa experiência.

Confira o Vídeo no link: http://tvverdesmares.com.br/bomdiaceara/vantagens-do-intercambio/

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Greve e câmbio fazem múltis rever estratégia para a China


Posted: 18 Aug 2010 04:11 PM PDT
Ásia: Conflitos trabalhistas, porém, não devem provocar fuga de empresas

Os conflitos trabalhistas na China estão levando multinacionais a rever suas estratégias de operação, mas é improvável que as levem a migrar seus negócios do país, pois os custos totais devem continuar baixos, dizem executivos.
Uma valorização significativa do yuan também poderá encarecer os custos de produção, porém o crescimento do poder de compra dos chineses será positivo, em mais longo prazo, segundo executivos que conversaram com a Reuters.
Greves nos últimos meses prejudicaram a produção em fábricas na China que suprem grandes empresas estrangeiras, como as montadoras japonesas Toyota e Honda.
A cervejaria dinamarquesa Carlsberg e o conglomerado industrial americano Ingersoll-Rand também foram afetados por greves de uma força de trabalho chinesa mais assertiva - provocando temores de que as companhias multinacionais terão de arcar com custos salariais mais altos, prejudicando os lucros no longo prazo.
"É um item muito importante, que estamos monitorando atentamente", disse Dave Anderson, diretor financeiro da indústria americana Honeywell International.
"O que realmente continua recomendando a China é flexibilidade, o que conta ao escolhermos os melhores lugares do mundo para a indústria de transformação."
Entre as medidas tomadas pelas empresas para atenuar o impacto estão ampliar a proporção de gerentes locais e a substituição de trabalhadores por máquinas, sempre que possível.
"Esse é um problema difícil, mas é uma área coma qual administradores japoneses não tem como lidar", disse Nobuyuki Sugano, chefe de operações chinesas da japonesa Sharp.
"Nossos custos de mão de obra são uma pequena parte de nossos custos totais - matérias-primas são um fator mais importante para nós. Mas, uma vez que os custos de mão de obra estão aumentando, planejamos usar uma produção mais automatizada e semiautomatizada para melhorar a eficiência."
Analistas dizem que os custos trabalhistas, mesmo com as greves, estão em uma tendência ascendente, mas é improvável que tirem a China da posição dominante na exportação de manufaturados, pois os custos de mão de obra continuam a ser uma fração do custo dos produtos lá fabricados.
Os salários na China não devem subir mais de 10% e o impacto nos lucros é considerado mínimo porque os custos salariais representaram apenas 2% dos custos totais de fabricação no país, segundo Yoichi Hojo, diretor financeiro da Honda.
Junzo Nakajima, chefe das operações de TI da Hitachi, maior fabricante japonesa de eletrônicos, disse que os custos de produção na China são um fator para consideração no longo prazo.
"Neste momento, não acredito que subirão em torno de 10% ao ano, por isso é uma questão de médio e longo prazos". O grupo Hitachi tem cerca de 50 a 60 fábricas na China.
Ainda assim, as greves enfatizaram a necessidade de melhorar as relações com o operariado local, disseram os executivos.
"Mudar o funcionamento da cadeia de suprimentos ou qualquer outra coisa não enfrentará a questão fundamental", disse Atsushi Niimi, vice-presidente-executivo da Toyota. "A coisa mais importante que podemos fazer é nos assegurar de que temos um sistema que estimula boa comunicação entre trabalhadores e administração."
Alguns executivos viram as greves como parte do desenvolvimento econômico chinês e disseram que os salários dos operários contribuirão para o consumo de combustível, beneficiando a economia mundial.
"As recentes greves significam que os padrões de vida estão melhorando", disse Nakajima, da Hitachi. "A China teve um papel importante na redução dos custos de produção e também tem sido um grande mercado, mas [os recentes desdobramentos] podem ser vistos como parte do processo mediante o qual o país vai se tornando um mercado mais atraente."

Por : Dhara Ranasinghe, Reuters, de Cingapura, para o Jornal “Valor Econômico”, 18/08/2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Exportações feitas por indústrias de Sorriso caem 50%

A redução nos negócios com o comércio exterior também foi constatada em Sorriso porque a comercialização de soja, milho e madeira, entre janeiro a julho deste ano, totalizou US$ 258,4 milhões enquanto, no mesmo período de 2009, foi de US$ 327,3 milhões. A queda é de 21,06%, aponta o levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Uma das maiores reduções foi, no mês passado, quando as negociações fecharam em US$ 23,6 milhões, valor 50,7% inferior ao mesmo mês em 2009, quando somou pouco mais de US$ 48 milhões em produtos exportados. Em junho, conforme Só Notícias informou, a redução foi 59,31% entre um ano e outro. Neste, os negócios somaram US$ 16,1 milhões enquanto no anterior os resultados ficaram na casa de US$ 39,7 milhões.

A soja é o principal produto enviado a outros países no semestre. A comercialização alcançou US$ 222,6 milhões (em 2009 somou US$ 303,3 milhões). O milho é o segundo item mais vendido. Os negócios alcançaram US$ 34,4 milhões. A relação é composta ainda pela venda de madeiras não coníferas (US$ 952,9 mil), madeiras serradas (US$ 220,5 mil), portas (US$ 92,9 mil) e, móveis de madeira (US$ 222).

A China é o principal comprador das produções sorrisenses. Os negócios estabelecidos com o país somaram US$ 159,4 milhões. A Espanha aparece em seguida com US$ 36,7 milhões. A Tailândia está na relação com a compra de US$ 36,7 milhões em produtos.

Na relação há ainda mais 20 países.

Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn
http://www.sonoticias.com.br/noticias/2/111027/exportacoes-feitas-por-industrias-de-sorriso-caem-50