quinta-feira, 30 de junho de 2011

ACD Group é destaque no jornal ''O Estado''


O grupo cearense ACD (Associação para Cooperação e Desenvolvimento), fundada em dezembro de 2005, é uma junção das empresas Mutual, Taurus, Líder e Nativa. Essas empresas são todas voltadas para comércio exterior: Taurus (mercado de motopeças), Mutual (comércio internacional de têxteis e petrolíferos), Líder (acessórios para motocicletas) e a Nativa (serviços de logística para atender ao próprio grupo e a outras empresas em todo o país).

Fundada no ano de 1985, a empresa cearense Taurus deu origem ao que hoje é o ACD Group.
A matriz do grupo está sediada em Fortaleza e conta atualmente com escritórios na China e EUA para melhor atender os clientes do Brasil e do Exterior. “Somos um grupo de empresas no Brasil com duas outras empresas, uma na China e outra nos Estados Unidos. No Brasil temos escritórios de representações nos termos de comércio exterior, que é a Mutual”, informa o diretor da empresa, José Meireles. A Mutual atua na área de comércio internacional, oferecendo uma grande gama de serviços que vão desde a pesquisa, o desenvolvimento, acompanhamento e comercialização dos produtos.

A Mutual é procurada por empresas, que podem ser uma empresa distribuidora ou fábrica, que precisam comprar máquinas, veículos, equipamentos, matéria-prima química ou produtos diversos. A empresa vai ao mundo pesquisar que fonte melhor é capaz de atender aquele cliente, que necessita de determinado produto com determinadas especificações.

RELAÇÃO COM A CHINA
O Grupo ACD tem uma empresa de logística e distribuidora chamada Nativa. Na China, a Mutual fica em Hangzhou, capital da província de Jincheng e nos EUA o escritório fica na Califórnia na cidade de Corona, pequena cidade com 25 mil habitantes. A atuação na China começou com a Mutual do Brasil. “A Mutual do Brasil ia à China, e fazia o trabalho de prospectar o fornecedor e depois retornava e trazia a proposta para o cliente e eles faziam a comercialização. Porque a necessidade de montar um escritório lá? O chinês é muito bom em produzir, mas à época, a cultura do serviço, a inspeção e a checagem do serviço era muito falha e nós tivemos muitos problemas por não estar acompanhando e inspecionando a produção. Por conta disso, surgiu a necessidade de instalar o nosso próprio escritório, fazermos a inspeção própria daquilo que fosse contratado conosco para poder dar uma garantia maior ao nosso cliente aqui no Brasil”, explica Meireles.

Em 1992, com a abertura da economia, a baixa das alíquotas e taxas de importação com a ideia da renovação da indústria nacional e dos redutos, a Mutual foi à Taiwan porque lá era a fonte principal de produtos competitivos. “Fomos ao Japão e à Coréia, e acabamos nos fixando em Taiwan. De lá trouxemos alguns negócios muito bons para o Brasil”, informa o diretor da Mutual, José Meireles.

Com pouco tempo, dois ou três anos, as grandes empresas taiwanesas já não produziam mais em Taiwan, produziam na China, e Taiwan já era um grande entreposto comercial para o que era produzido na China. Em 1994 a empresa foi à China, onde começou a estabelecer relações e em 1999 foi aberto um escritório próprio naquele país.

FORNECEDORES
A empresa tem fornecedores na China, Vietnã, Indonésia, Malásia, Ucrânia, Rússia, Taiwan, Coréia, Alemanha. O escritório nos EUA (Califórnia) só atende à Costa Oeste americana. O escritório da China atende o Cazaquistão, com fornecimento de cimento, máquinas de construção civil para a Ucrânia e Uzbequistão. Além destas atividades, “embarcamos terra rara para o Vietnã, a Malásia e, do escritório brasileiro, nós trazemos uma diversidade muito grande de produtos e esses produtos vão de linha de roupa, botão de roupa, tecido, camisa, calçados, vão a veículos como tratores agrícolas, às vezes motocicletas completas”, afirma o diretor.

Como exemplo de fornecedores, há a empresa Jianshe Motors, que é sócia da Yamaha na China. Ela fornece motocicletas para fabricantes nacionais, tendo nomes nacionais, locais. Ela é parceira da Yamaha na China e a Mutual é sua representante no Brasil. Outro grupo parceiro é o Grupo Beiqi Foton Motors, que produz máquinas de construções, caminhões, automóveis, motocicletas, triciclos, tratores agrícolas. “Ele é o maior grupo produtor de veículos na China que comercializa por ano 10 milhões de veículos”, acrescenta Meireles.

Quanto à análise de mercado para a captação de fornecedores, Meireles acredita que as constantes visitas e diálogos que eram realizadas em Taiwan e a intuição pelo custo, pela análise de custo e de que a China seria a próxima fábrica do mundo, foram decisivos para o sucesso comercial de hoje. “Eu não conhecia ninguém. Eu cheguei em Xangai, peguei um catálogo telefônico, e pelo catálogo os anúncios que tinham neles eu comecei a marcar e foi assim que começou a fazer uma relação de prospecção: visitar, conhecer, passar três, quatro ou cinco meses.

Hoje passamos até seis meses”, lembra.
Ao falar sobre a criação de parcerias, o diretor da Mutual foi enfático: “começamos a formar parceiros na China. Cada área que a gente era demandado do Brasil exigiu muita viagem, muita conversa, muito diálogo, porque nesses processos não tem muito intuição: posso confiar ou não posso confiar, é crível ou não é crível. E precisa muita visita às instalações industriais. Porque catálogo e websites são todos iguais. Eu contrato um bom gráfico, um bom publicitário, eles fazem lindo. Mas que máquinas eles operam? Que tipo de processo de produção eles usam? Que cuidado eles têm com o funcionário? Que cuidado eles tem, pra quem eles fornecem nos Estados Unidos e Europa?”, relata José Meireles, que concentra as atenções em trazer empresas que tenham parcerias com empresas que trabalhem fundamentalmente com os Estados Unidos e Europa, “porque o padrão de qualidade que esses mercados exigem que essa fábrica, que esse fornecedor seja muito bom, tanto na questão de qualidade de matéria prima, na questão de trato com funcionário, na questão ambiental, porque eles têm leis muito rígidas”.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Salão Moto & Bike 2011


Entre os dias 09 e 11 de junho aconteceu no centro de negociações do Sebra-CE, a quinta edição do salão Moto & Bike, evento que vem crescendo a cada ano e neste, além de trazer as diversas novidades do motociclismo, trouxe em suas atrações shows de wheeling, palestras técnicas, sorteio de vários produtos, inclusive de motos.
O Grupo ACD compareceu em peso. Estiveram no evento os Diretores José Meireles (MUTUAL) e Edimar Mendes (TAURUS REPRESENTAÇÕES) e também vários outros funcionários e colaboradores como os representantes Alex Calado (Taurus Fortaleza), Iris Carneiro (Taurus interior CE) e Adriana Barros (Taurus e Líder Interior CE), Osmundo Jr. (Líder capital-CE), Terceiro (Líder PI), as gerentes administrativa da Taurus Representações Aline Monteiro, Josy Lima, Daniele Alves e da Líder Gildênia Messias, Ana Cristina e Guiomar de Lima. Contamos também com a presença do Sr. Batista Ponte, supervisor comercial da Pro Tork no Nordeste e da Supervisora de vendas da Líder Carolina Cordeiro.
Nos stands, a Mark & Company e a Primos Motopeças em parceria com a Taurus Representações, representou a maior fábrica de motopeças da América latina, a Pro Tork. Também tivemos vários outros clientes expondo sua marca no salão, como: a W Standard, Bezerra & Oliveira (CE) J & Elias (MOTOFORT) Ciclipeças (RN). Além de vários outros clientes visitando, como: E de Jesus (Bahia), Jandem Carlos (Bahia), Eletromotos (CE), Moto Peças Duas Rodas (Sobral), Cantuário (Piauí) Paulo Lima Bernardo (Fortaleza), Leal e Costa (Fortaleza), João Paulo R de Lima (RN), Motopeças Planeta (Fortaleza) Tássio,da Ciclipeças, João Paulo e Paulo da João Paulo R de Lima , Francisco da Torre & Menezes, Claudio Vieira da CV Racing, Walter da Cantuario & Lima, ,Amauri da AP Motos, Francisco Paulo da Clínica dos Capacetes, Eduardo da Motocenter , Olavo da Yamapeças, apenas para citar alguns.
A feira vem a cada ano consolidando-se como um dos principais eventos relativos a motociclismo no Ceará e neste ano foi um grande sucesso de público e exposição para as marcas, agora resta esperar as novidades da sexta edição que promete ser ainda maior.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

Europeus vencem etapa brasileira do mundial de motocross

A etapa brasileira do mundial de motocross foi a quarta de 2011; a próxima será realizada na França.

Foto: Heitor Camargo/vc repórter

A etapa brasileira do mundial de motocross foi realizada no último domingo na cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo, e viu pilotos europeus dominarem as provas das duas categorias. Na MX1, o vencedor foi David Philippaerts, italiano da equipe Yamaha, e, na categoria MX2, o campeão da etapa foi o holandês Jeffrey Herlings, da KTM.

São disputadas duas provas por categoria em cada etapa do mundial. Os resultados de cada bateria são somados e quem fizer mais pontos é o campeão do dia. Apesar de não vencerem a etapa brasileira, os líderes das duas categorias seguem inalterados: na MX2 o alemão Ken Roczen segue na frente e, na categoria principal, a MX1, o belga Clemente Desalle ainda está em primeiro após a passagem pelo Brasil.

As primeira prova do dia na MX1 viu Philippaerts chegar em segundo, atrás do também italiano Antonio Cairolli, seguidos de Steven Frossard, francês, e do líder Desalle. Na segunda bateria, Philippaerts e Cairoli inverteram as posições, com a vitória da etapa ficando no desempate com o primeiro.

Já na MX2, a primeira prova teve a vitória do líder do campeonato, Roczen, seguido de Herlings. Na segunda, Herlings aproveitou um erro de Roczen, ultrapassou-o e venceu a etapa brasileira na soma dos resultados.

As duas categorias diferem nos tipos de motos utilizados. Os pilotos da MX2 conduzem motos de 125 ou de 250 cilindradas. Já a categoria principal, MX1, faz com que seus participantes pilotem motos de até 650 cilindradas.

A próxima etapa do mundial, a quinta do ano, será realizada no próximo dia 5 de junho, em Saint Jean d¿Angely, na França. O circuito do local é considerado um dos mais tradicionais do motocross.

Fonte: http://acessa.me/ec9v


segunda-feira, 16 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Europa incentiva uso de motocicletas

Com ruas cheias de carros, trânsito pesado e poucas vagas para estacionar, a Europa incentiva o uso das motocicletas como solução inteligente para resolver os problemas das cidades

por Rafael Miotto

Todos que visitam a Europa se surpreendem com diversos aspectos do Velho Continente. Comparando com o Brasil, por exemplo, é inevitável averiguar que o sistema de transportes dos países europeus, assim como a segurança dos cidadãos, estão anos-luz à nossa frente. Contudo, há de se ressaltar que a história desses países é milenar e a sua civilização já passou por muitas experiências para chegar ao estado atual. Por que, então, não utilizar algumas dessas experiências já realizadas no "Velho Mundo" em terras brasileiras? Por exemplo, há algum tempo as autoridades vêm criando alguns incentivos para as pessoas trocarem os carros pelas motos, principalmente nas capitais. Uma das principais iniciativas neste sentido aconteceu em 1996, quando a União Europeia criou uma legislação de equivalência entre as habilitações de carro e moto.

Desse modo, quem possui a habilitação para automóveis (carteira B) e tem mais de dois anos de experiência no trânsito pode pilotar uma motocicleta ou scooter de até 125 cm³, sem a necessidade de tirar a carteira A, utilizada para motocicletas de todos os tipos. "Em alguns lugares de Paris é simplesmente impossível andar de carro e isso fez com que muita gente passasse a andar de moto diariamente, melhorando o fluxo de trânsito na cidade", disse Eric Breuillac, um fotógrafo brasileiro radicado na França há mais de dez anos. Entre os países europeus que aderiram a equivalência de habilitação estão: Itália, França, Espanha e Áustria.

E, colocando esta ideia em prática, tiveram um grande crescimento do número de motocicletas nas ruas. Em sua maioria, os scooter dominam o mercado pela comodidade que trazem. "Você tem a vantagem de ter o câmbio automático, o espaço em baixo do banco e, além disso, nos dias de chuva você quase não se molha e sente muito menos frio", acrescentou o guia turístico Jaime de Souza, que utiliza um scooter Piaggio todos os dias para rodar por Paris.

Desde a última renovação do Piaggio MP3, realizada no final de 2008, este simpático scooter passou a ser homologado como triciclo em diversos países da União Europeia. Desse modo, em muitos países do bloco o triciclo pode ser dirigido por quem tem apenas a habilitação B (carros), com a limitação de até 34 cv de potência. As modificações no MP3 incluem um pedal de freio no pé direito, que faz a frenagem do triciclo de modo combinado entre os eixos, e a principal: a distância entre as rodas dianteiras foi aumentada em 46,5 cm³, aumentando ainda mais a estabilidade do veículo em curvas. Além disso, o scooter conta com bloqueio da suspensão dianteira quando parado, assim, o ocupante não necessita colocar os pés no chão.

Para completar o pacote, os piscas aumentaram de tamanho. Tudo isso fez com que a marca italiana encontrasse uma brecha na legislação europeia e tornasse os MP3 250 e 400 best-sellers. Outra medida tomada pelas autoridades francesas, para melhorar as condições de trânsito em Paris, foi proibir que carros circulem por algumas áreas centrais. Além disso, encontrar uma vaga para estacionar um carro pode ser um grande desafio de paciência e exige o desembolso de uma grande quantia de dinheiro. Em contrapartida, um trabalho muito interessante começou a ser realizado na Cidade Luz. Existe um serviço de mototáxi no Aeroporto Charles de Gaulle feito, nada mais nada menos, por motocicletas Honda Goldwing. "Um diretor de uma empresa prefere, muitas vezes, trocar um táxi normal por uma Goldwing.

Primeiro porque a moto será mais rápida no trânsito e segundo porque as motos chegam a lugares que os carros não chegam. Isso mesmo o mototáxi chegando a custar duas vezes mais do que um táxi comum", explicou o jornalista francês Charles-Henrick Gaurier. No entanto, mais países têm mostrado a valorização das motocicletas, como veículo inteligente para a mobilidade no trânsito. Por exemplo, desde 2006, em Londres, na Inglaterra, motocicletas e bicicletas podem utilizar as faixas que eram exclusivas para ônibus. A primeira experiência realizada em três vias da cidade comprovou que os acidentes com ciclistas e motociclistas caíram 44%.

Assim, a medida foi expandida para as outras vias da cidade. Enquanto isso, no Brasil, as autoridades, apesar dos avanços nas vendas de motocicletas nos últimos tempos, vêm adotando medidas contraditórias em relação ao uso de motos. Em vez de utilizar estes exemplos já bem-sucedidos na Europa, para resolver alguns problemas de mobilidade que enfrentamos em nosso país, os legisladores e a mídia parecem ir na contramão do mundo. De um lado, as motos estão sendo proibidas de circular em algumas vias e, de outro, as motocicletas são massacradas pela imprensa. Mas, então, quem será que tem mais experiência no assunto? Com certeza, as motos são uma ótima opção para a mobilidade no Brasil!

Equivalência na habilitação

Após a iniciativa dos governantes de equivaler a habilitação de carros a motos até 125 cm³, as vendas de scooter quase dobraram na França. De 24 000 unidades, em 1995, ano anterior ao início das novas regras, as vendas saltaram para

44 000, em 1996. Em 2009,foram matriculados 77 000 scooter na França.

Velho continente movido a duas rodas

Apesar das motocicletas terem uma grande importância no dia a dia dos europeus, outro veículo de duas rodas é essencial para os habitantes do Velho Continente. Por toda a Europa é espantoso ver a quantidade de bicicletas pela rua, em Amsterdã, por exemplo, sem dúvida, as bicicletas são o veículo nº1 para a população. Pessoas de todas as idades e classes sociais utilizam as "bikes", que ficam literalmente empilhadas nas ruas. Outro exemplo interessante ocorre em Paris, na França, onde o governo disponibiliza bicicletas em diversas estações na cidade. O serviço é feito de maneira "self-service" com um cartão especial ou mesmo um cartão de crédito comum. Com a primeira meia hora de uso gratuita e as posteriores por 1 euro, você pode se deslocar por toda a cidade e depois deixar a bike em qualquer outra estação disponível em Paris.

Redação Motociclismo

Imagens Rafael Miotto