terça-feira, 8 de novembro de 2011

China deverá ser o principal destino turístico do mundo até 2020


A China é a bola da vez. O País que hoje é sinônimo de estabilidade e crescimento econômico, um dos lideres do BRINC, exemplo de nação disciplinada e dono de uma cultura milenar riquíssima de encher os olhos, até 2020 deve ser o principal destino turístico do planeta.Essa estimativa é surpreendente, pois embora a China seja tudo isso que citamos, ainda é um lugar pouco procurado por turistas, mas você duvida eles irão conseguir? O Grupo ACD, acostumado a viajar a nação mais populosa do mundo, não duvida! Confira a notícia:


O enviado especial da Organização Mundial do Turismo (OMT), Peter Jordan, previu neste domingo (6) que a China vai se tornar o principal destino turístico do mundo em 2020. A afirmação foi feita na Festa Cultural de Turismo Internacional de 2011, que está sendo realizada na província de Guangdong, no sul da China.

O vice-presidente da Associação Ásia-Pacifico de Turismo, João Antunes, que também está presente no evento, acredita que o aumento de turistas estrangeiros que vêm à China vai ser de 16% em 2020.

Segundo dados divulgados no evento, a receita chinesa em turismo somou 1,6 trilhões de yuans no ano passado. O número de turistas estrangeiros que permaneceram no país por pelo menos uma noite chegou a 55,66 milhões em 2010, enquanto mais de 57 milhões de chineses viajaram para fora do país.

por Shi Xiaomiao

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2011/11/07/1s142045.htm

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bolsas asiáticas fecham em alta com esperança sobre Grécia


O mercado disparou 3,12% em Hong Kong

As bolsas de valores asiáticas fecharam em forte alta nesta sexta-feira, com esperança de que a Grécia abandone o referendo proposto sobre a ajuda externa ao país, mas os investidores permaneceram cautelosos sobre o voto de confiança marcado para mais tarde no Parlamento. O índice MSCI das ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subiu 2,94%, puxado pelo avanço de mais de 4% no setor de matérias-primas , com alta no cobre e no petróleo.

Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 1,86%, a 8.801 pontos. O pedido inesperado da Grécia por um referendo, dias depois do acordo para impedir a moratória da dívida do país, gerou pânico nos mercados financeiros globais, levando líderes da União Europeia considerarem uma possível saída dos gregos da zona do euro, para preservar a união monetária.Mas o primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, cedeu aos dissidentes no governo e concordou em renunciar, abrindo caminho para um governo negociado de coalizão se seus parlamentares o apoiarem em um voto de confiança nesta sexta-feira, gerando esperança de um consenso político sobre o mecanismo de resgate da UE. A confiança do mercado também foi ajudada pelo surpreendente corte de 0,25 ponto no juro básico do Banco Central Europeu (BCE).O índice de Seul encerrou em alta de 3,13%. O mercado disparou 3,12% em Hong Kong e a bolsa de Taiwan avançou 1,92%. Enquanto isso, o índice referencial de Xangai ganhou 0,81%, Cingapura teve alta de 1,36% e Sydney fechou com valorização de 2,62%.


Fonte: http://lc4.in/K60

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Guerra de preços, sua empresa está preperada?


















Vivenciamos atualmente em nosso mercado uma situação de competitividade nunca vista.Empresas dos diversos elos da cadeia de distribuição estão atuando de forma extremamente agressiva para conquistar maior participação junto aos clientes. Percebemos neste ‘’vale tudo’’ que virou nosso mercado, fabricantes tradicionais antes focados em seus segmentos também atuando em outras linhas totalmente incompatíveis até com sua linha de produção.

Naturalmente que, todas as empresas podem e devem procurar alternativas de melhora em seu mix de produtos, além de implantar novas estratégias para ampliar o faturamento e a lucrativa. Porém, o que mais tem preocupado a maioria dos empresários é que toda esta movimentação de fabricantes e distribuidores em busca de novos espaços tem gerado alguns segmentos a chamada ‘Guerra de preços’.
- Praticar menores preços;
- Ampliar carteira de clientes;
- Aumentar a participação de mercado
É a sequência natural imaginada pelas empresas quando se parte para chamada guerra dos preços.Entretanto, o que temos percebido em nosso mercado é que aumenta cada vez mais a quantidade de empresas despreparadas enfrentamento séries dificuldades por conta desta ação.
A estratégia do preço baixo é uma ferramenta que só deve ser adotada após amplo estudo das consquências que afetarão seus negócios.
Baixos níveis na qualidade dos produtos, alto risco de inadimplência, baixa qualidade no atendimento e margens de lucro reduzidos são apenas alguns riscos potenciais que a empresa corre ao partir para guerra dos preços.
Será que qualquer empresa pode assumir estes riscos e se dar bem numa eventual política de preços baixos?


Fonte: Walter Hélio – Revista MOTOMAGAZINE, Ed. 56 pág 74

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

China apoia medidas adotadas pela UE para responder à crise














Após a reunião dos principais líderes emergentes, o especialistas afirmam que os países emergentes, em especial a China, terão um papel fundamental para o fim da crise financeira do continente e também na preservação do euro.
Confira a notícia:

Depois de meses de discussões e várias debates de mais de dez horas, os líderes da União Europeia definiram ontem (27) um pacote de medidas para resolver a crise de dívidas do continente. Como parte dos esforços para lidar com o problema, os participantes do encontro também concordaram em pedir ajuda às economias emergentes. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, conversou por telefone com o presidente chinês, Hu Jintao, para discutir a contribuição chinesa na Ferramenta Europeia de Estabilidade Financeira. Especialistas chineses consideram que todos os lados devem participar da resolução da crise de dívidas.

A porta-voz da chancelaria chinesa, Jiang Yu, afirmou ontem que como importante parceira estratégica da União Europeia a China sempre manteve confiança no euro e na economia da zona do euro. Disse ainda que o país deseja a estabilidade econômica da União Europeia e da zona do euro.

"Apoiamos as medidas ativas tomadas pela União Europeia para responder à crise de dívidas. Queremos discutir a maneira de cooperação bilateral com base em benefícios mútuos e ampliar as colaborações em comércio, investimento, tecnologia e finanças."

Quanto ao desejo da China de investir na Ferramenta Europeia de Estabilidade Financeira, a diretora do Departamento de Economia Mundial do Instituto de Relações Internacionais Contemporâneas da China, Chen Fengying, considera que o país deve participar ativamente na iniciativa. Isso porque, segundo ela, é possível que a crise ameace a China. Para ela, a assistência financeira à Europa também é uma ajuda à própria China.

"Atualmente, a crise de dívidas não é apenas uma questão da zona do euro. Ela vai afetar a estabilidade financeira mundial. Uma vez que a Europa tenha elaborado um pacote de medidas e decidido canalizar um trilhão de euros de garantia, a segurança do investimento é confirmada. Neste contexto, a China deve oferecer ajuda. Tanto através da plataforma do G20, como do Fundo Monetário Internacional e do regime financeiro da própria Europa, devemos dedicar verbas para lutar contra a crise de dívidas. As cooperações em diversos setores são muito importantes para as relações sino-europeias."

Ao falar sobre os meios da participação chinesa na resposta à crise de dívidas europeia, Chen Fengying ponderou que, além de comprar títulos de crédito do bloco, a China pode agir em outras áreas. Para a especialista, ao auxiliar a Europa a superar as dificuldades, a economia de mercado da China vai ser aperfeiçoada.

"As cooperações em outros domínios também são importantes porque achamos que as cooperações tecnológicas, como a exportação de produtos com maior nível tecnológico, são um aspecto muito significativo para nós. Posso dizer que vemos esperança nesta crise, que é o aumento das cooperações entre o Ocidente e o Oriente. Disputávamos no passado, mas com a agravação da crise de dívidas, as colaborações se reforçaram. Acho que é um bom fenômeno."

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2011/10/28/1s141714.htm

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Apple registra números records com os novos Iphones




















As vendas do novo IPhone, com números records para empresa, nos prova a comoção gerada com a morte do criador e principal figura da empresa, Steve Jobs. É verdade que a Apple não precisava se promover as custas da morte de Jobs, mas fato é que o episódio serviu como uma espécie de mártir e dispertou a paixão de milhares de ''applemaníacos'' pelo mundo.


Notícia:

A
Apple informou que vendeu mais de 4 milhões de iPhones 4S nos três primeiros dias de vendas, um recorde entre os modelos do aparelho.

O iPhone continua a ser uma peça-chave no crescimento da Apple. A companhia vendeu mais de 20 milhões de unidades no terceiro trimestre, mais do que dobro do total do ano anterior.

O aparelho também permanece como um produto forte no mercado de smartphones, apesar da concorrência acirrada com dispositivos que rodam o Android, o software do Google. A Apple espera que o iPhone 4S esteja disponível em 70 países até o fim deste ano. A companhia informou ainda que 25 milhões de clientes atualizaram seus iPhones com o iOS 5, o novo sistema operacional, cinco dias após o seu lançamento. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://www.portalradar.com.br/telas/sobe-e-desce/detalhes.aspx?id=7820