sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Documentário: '' Criança, a alma do negócio''


















Hoje a postagem foge um pouco do universo empresarial e trata de um assunto fundamental para nosso futuro: a formação de nossas crianças.
O Links abaixo fazem o parte do documentário ‘’Criança, a alma do negócio’’ e trata de temas deliciados como a influência da publicidade infantil nas nossas crianças, o quanto essa propaganda é ética, a mudança de valores que elas provocam , a impotência dos pais em combatê-las entre outros.
O documentário trás dados surpreendentes e diversas entrevistas com crianças e seus pais, que nos fazem refletir profundamente sobre os valores da nossa sociedade. Vale à pena assistir!




Parte I : http://www.youtube.com/watch?v=dX-ND0G8PRU

Parte II : http://www.youtube.com/watch?v=UkcVM0Vcwd0&feature=related

Parte III : http://www.youtube.com/watch?v=eq0gqEeaNL8&feature=related

Parte IV : http://www.youtube.com/watch?v=2d0DWuZsAfM&feature=related

Parte V : http://www.youtube.com/watch?v=88v1i9BXTS8&feature=related

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

As 5 regras que se deve quebrar no trabalho





















Vivemos uma Era em que a comunicação é tudo.No nosso dia-a-dia dispomos de várias ferramentas que facilitam essa comunicação e a tornam mais dinâmica e prática. Entretanto, embora a relações estejam mudando,e no ambiente de trabalho não é diferente, há certas ‘’regras ou convenções que ainda são muito comuns, e o especialistas afirmam: é preciso quebrá-las para conseguir crescer no trabalho.

Conheça as regras publicadas no site da Abril :



1 - Nunca falar “eu não sei”

Quando o seu superior pergunta se você sabe fazer alguma coisa a sua resposta é “sim”, sem pestanejar? Às vezes, é preciso admitir que você não sabe como realizar uma tarefa.

“É melhor ser humilde e admitir que não sabe, pois se você começa a fazer e no final entrega um serviço de péssima qualidade, é muito pior”, explica Eduardo Abreu, gerente de Recursos Humanos da HAYS Recruiting.



Maria Cecília Coutinho de Arruda, professora de Ética e Marketing da FGV –EASP, diz que a sinceridade deve prevalecer como regra. Ela ensina que o profissional antes de dizer sim ou não, deve pensar um pouco. “Pensar se é realmente capaz de atender aquela tarefa e depois falar ‘conheço tais e tais maneiras de resolver isso, é assim?´ O superior saberá se você será a melhor pessoa para executar”.

Se o profissional deveria saber por que é o que se espera de seu cargo, mas não sabe, a recomendação é a mesma: admitir.

2 - Não expor suas críticas

“A crítica nunca deve ser exposta sem uma solução. Levar uma crítica bem construída e ideias que possam solucionar um problema na empresa é uma atitude que deve ser sempre considerada”, explica Sueli.

Para ela, atualmente as empresas estão buscando inovação e mais participação dos funcionários, por isso, essa atitude pode ser bem vista. Mas, claro, tudo deve ser feito respeitando o espaço e o tempo do colega de trabalho ou superior.

3 - Não ter acesso ao diretor/gerente/presidente

Às vezes os executivos sêniores, diretores e gerentes parecem seres inalcançáveis. Para Abreu, o profissional não pode ter medo. Caso tenha uma ideia que julga interessante, deve tentar falar com os “chefões". “Claro que sem pular a hierarquia. Se você, por exemplo, tem uma ideia que possa ajudar seus colegas de trabalho e a empresa, relate ao seu superior e depois marque um horário com o gerente”, ensina.

Para Maria Cecília, se nessa situação o seu chefe não deixar ou intervir, é mais um sinal de que você deve recorrer a outro chefe. “O profissional não deve se podar, nem se rebaixar”, afirma.

4 - Não ser criativo

Especialistas afirmam, não há razão para deixar a criatividade de lado no trabalho. Pensar fora da caixa é um conselho que vale para qualquer profissional do mercado.

5 - Não fazer horas extras

Muito trabalho e sua empresa não permite que você faça horas extras remuneradas? Negocie. “Se você tem um projeto para entregar e não quer levar trabalho para casa, converse com o seu superior”, diz Abreu.

Para ele, mesmo a solução de um home office acarreta em horas extras, o importante é falar e não agir da maneira que imaginar que é a melhor opção


Fonte:
http://info.abril.com.br/noticias/carreira/5-regras-para-quebrar-no-trabalho-13102011-12.shl?2















quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Salão Duas Rodas: Grupo ACD colhe bons frutos na sua primeira participação

O Salão duas rodas chegou ao seu fim. Foram seis dias de evento onde as maiores marcas do mundo competiram pela atenção do público com grandes stands, prêmios, modelos e principalmente com os maiores lançamentos do ano do setor automotivo.
O Grupo ACD participou da feira com dois stands, um para a Mutual International e o outro para a Nativa Logística.Entre muitas negociações e contatos realizados, também ficou o aprendizado nessa participação do Grupo, que além de participar pela primeira foi brindado com a oportunidade no ano que sua primeira empresa, a Taurus Representações, completa 25 anos.
Embora calouro, a participação do Grupo com suas parcerias W.Standard e Yuan Xing no Salão foi muito positiva de modo geral,mas principalmente para apresentar as marcas ao público.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Salão duas rodas : Fotos do Stand Mutual/W.Standard













O salão duas rodas ainda tem o
fim de semana todo pela frente, mas já podemos dizer que o stand da Mutual com a WStandard é um sucesso.Mesmo dividindo a atenção do público com as maiores marcas do mundo, nossos profissionais estão fazendo um grande trabalho no evento.

Confira fotos do nosso Stand:




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Matéria - Jornal O Povo






















Confira a Matéria do Jornal O Povo que contou com a participação do diretor do Grupo ACD José Meireles, que contribuiu com seus mais de 15 anos de negociações bem sucedidas com a China em diversas passagens do texto. Vale a pena conferir!

Ameaças do dragão

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia

Afetados por problemas na concorrência com os produtos chineses, empresários cearenses decidem buscar oportunidades na segunda maior economia do planeta


A segunda maior economia do planeta e, atualmente, maior parceiro comercial do Brasil, ainda provoca sentimentos de medo, revolta e admiração entre os empresários e economistas cearenses. Com suas atitudes polêmicas no mercado internacional, a China consegue obter as mais diversas reações, menos a apatia. É o caso de empresários cearenses da indústria de confecções, calçados e metalmecânica, entre outros, que integram uma missão àquele país, este mês, promovida pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), em busca de oportunidades para seus negócios.


Na opinião do presidente do Sindicato das Indústrias de Confecção de Roupas e Chapéus de Senhora do Estado do Ceará (Sindconfecções), Marcus Venícius Rocha Silva, a China é um dos fatores que estão contribuindo para a “desindustrialização” do País, devido à concorrência desleal na oferta de seus produtos. Ele diz que o grande erro do governo brasileiro foi ter admitido, em 2007, a China como parceiro comercial.


“Um funcionário da indústria de lá recebe em média US$ 60 por mês, para trabalhar de segunda a sábado, de 10 a 12 horas diárias, o que dá cerca de 60 horas semanais. Enquanto aqui, uma costureira trabalha em média 40 horas semanais e ganha cerca de US$ 400, sem contar com os benefícios como salário-família, cesta básica, entre outros, que aqui tem e lá não. Como se pode dizer que um país desse é uma economia de mercado? Não tem como competir. Sem falar na moeda, que é desvalorizada de forma artificial”, reclama.


Em relação à “desindustrialização”, ele cita levantamentos da balança comercial, apontando que a indústria brasileira, a cada ano participa menos do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. “Em 2005, a participação da indústria no PIB era de 38%. Hoje, não passa de 26%”. Marcus Venícius afirma ainda que as empresas mais afetadas por esse fenômeno são as pequenas e médias empresas, porque são as que forneciam mercadorias para as grandes redes, que, nos últimos anos, passaram a importar produtos chineses.


Para o diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL) e presidente da Ação Novo Centro, Riamburgo Ximenes, o produto chinês, entrando no País dentro da legalidade, não é totalmente nocivo, pois serve para regular e fazer competição no mercado interno. “Hoje, a nossa competição é mundial. O produto brasileiro tem que ter competência para fazer frente aos importados. Metade dos produtos das grandes lojas de confecções, como C&A, Renner e outras, são chineses”, afirma.


Em relação à qualidade, ele diz que entre os importados chineses não há mais aquela pecha de que todo produto da China é ruim, pois, há tênis produzidos em fabriquetas, com material de péssima qualidade e vendidos no Brasil a R$ 10,00 o par. Mas, há também os tênis fabricados pela Nike, instalada na China, vendidos aqui ao preço de R$ 600,00 em média. “É óbvio que o bom mesmo seria produzir no Brasil, gerando imposto e emprego aqui. Mas, hoje estamos dentro de uma realidade que não tem volta. Então, o empresário brasileiro precisa ter criatividade e usar outras armas. O preço não é a única arma, existem outros fatores a serem explorados”, diz.


Marcus Venícius diz que, para enfrentar esse tipo de concorrência, o setor está realizando pressões junto ao Congresso Nacional, por meio da criação, no mês passado, de uma frente parlamentar em defesa da indústria têxtil e de confecção. A iniciativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), juntamente com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT). “É um movimento no Congresso para sensibilizar o governo do Brasil a fazer proteções para a indústria nacional”, explica.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Começa hoje o Salão duas rodas 2011

















Hoje começa no centro de exposição do Anhembi, o Salão duas rodas 2011, maior evento do setor de motocicletas do Brasil, onde os empresários do ramo procuram por oportunidades para negócios e as grandes marcas mundiais fazem seus principais lançamentos do ano.

O grupo ACD esteve presente em diversas edições passadas prestigiando seus parceiros, como a Pro Tork, empresa da qual representa com exclusividade em todo o Nordeste e está sempre entre um dos stands mais visitados da feira. Entretanto, o grupo agora se lança em um novo desafio e participará da edição 2011 com dois stands. Um para a Mutual International, que estará em parceria com a WStandard, e outro para a Nativa Logística que estará com a Yuan Xing.
Estar presente em um evento desse porte é mais uma vitória que traz grandes responsabilidades para o grupo, que em 2011 comemora 25 da fundação de sua primeira empresa: a Taurus Representações.
Para garantir o sucesso da empresa no evento, uma equipe de profissionais qualificados estará trabalhando tanto nos nossos stands, como também em conjunto com vários clientes que sempre participam do evento.